Apresentação

Gerar, disseminar e debater informações sobre TRANSGÊNICOS, sob enfoque de Saúde Pública, é o objetivo principal deste Blog produzido no Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde - LabConsS da FF/UFRJ, com participação de alunos da disciplina “Química Bromatológica” e com apoio e monitoramento técnico dos bolsistas e egressos do Grupo PET-Programa de Educação Tutorial da SESu/MEC.

Recomenda-se que as postagens sejam lidas junto com os comentários a elas anexados, pois algumas são produzidas por estudantes em circunstâncias de treinamento e capacitação para atuação em Assuntos Regulatórios, enquanto outras envolvem poderosas influências de marketing, com alegações raramente comprovadas pela Ciencia. Esses equívocos, imprecisões e desvios ficam evidenciados nos comentários em anexo.

domingo, 20 de novembro de 2011

Plantio de milho transgênico cresce no Paraná e em Minas Gerais

Para esta safra, as sementes modificadas devem ocupar cerca de 80% da área cultivada em Minas. No Paraná, 70% da área de milho já é transgênica.

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O agricultor Francisco Schreiner planta milho transgênico há três anos, em Campo Mourão, Paraná. Pela semente transgênica ela paga 30% a mais em relação à convencional, mas diz que compensa. “Tem um custo a mais, mas nós temos um grande benefício em função disso. Nós evitamos em torno de três, a quatro aplicações de inseticida a mais do que seria em uma lavoura tradicional”, explica.

Lavouras de milho e soja transgênicos crescem em todo país

Brasil é hoje o segundo maior produtor de transgênicos do mundo.
Lavouras ocupam mais de 25 milhões de hectares no país.

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No ano de 1997, os transgênicos ainda eram proibidos no Brasil. O plantio ilegal da soja no Rio Grande do Sul avançou muito e em 1999 os agricultores da região de Tupanciretã foram para as ruas. Imagens gravadas na época por um cinegrafista amador mostram produtores reunidos próximo à sede da Emater para evitar a vistoria das lavouras. Carros de fiscais do Ministério da Agricultura e até da polícia foram bloqueados. <

sábado, 17 de setembro de 2011

Conselho Técnico Nacional de Biossegurança aprova o feijão transgênico desenvolvido por cientistas brasileiros

O produto deverá demorar três anos para chegar aos produtores.

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O Conselho Técnico Nacional de Biossegurança - órgão consultivo do governo para produtos geneticamente modificados - aprovou hoje o feijão transgênico, desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O produto resiste a uma das maiores doenças da cultura do feijão: o mosaico dourado, transmitido pela mosca branca.
O feijão transgênico ainda irá passar por alguns procedimentos técnicos e as sementes deverão chegar aos produtores em três anos.


Fonte: Jornal Nacional - Edição do dia 15/09/2011
Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/conselho-aprova-o-feijao-transgenico-desenvolvido-por-cientistas-brasileiros.html

quarta-feira, 9 de março de 2011

Mosquito transgênico é testado em Juazeiro, na Bahia, para combater a dengue.

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Uma boa notícia sobre a dengue chega da Bahia. Os pesquisadores criaram um mosquito transgênico para ajudar na prevenção. Além de comida, agora tem mosquito geneticamente modificado. A repórter Juliana Souza, da TV Bahia, foi até a cidade de Juazeiro, onde os testes estão sendo feitos. O laboratório é uma extensão do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, onde começaram os primeiros estudos no Brasil para produzir o mosquito da dengue geneticamente modificado.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Brasil é o segundo maior produtor mundial de transgênicos

Os maiores produtores são os Estados Unidos. O Brasil aparece em 2º lugar, seguido de perto pela Argentina.

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Hoje, 76% da soja brasileira é transgênica. Assim como 56% da de milho e 27% da de algodão.
Mas a tecnologia dos transgênicos ainda é polêmica. Há 15 anos, ambientalistas reclamam que as sementes modificadas deveriam estar nos laboratórios e não no campo.
“Porque eles não foram testados com a garantia necessária para que um consumidor quando entra no supermercado e compra um produto que contenha transgênico tenha a certeza que aquele produto não lhe fará mal e a sua família”, diz o diretor do Greenpeace, Sérgio Leitão.

A lei brasileira diz que o consumidor tem direito de saber se está levando um transgênico para casa. Mas na prática isso é muito difícil.
Qualquer produto que tenha na sua composição pelo menos 1% de transgênicos precisa ter esse símbolo no rótulo. Mas, não existe uma forma de conferir essa quantidade.
“A limitação de 1% acaba prejudicando e impossibilitando a rotulagem de transgênicos prevista na lei de biosegurança e no código de defesa do consumidor. O consumidor não consegue saber se ele consome um produto transgênico", diz a advogada do Idec, Juliana Ferreira.

Há cinco anos, o Instituto de Defesa do Consumidor briga na justiça para que, independentemente da concentração, a marca do transgênico seja colocada no rótulo.
Mas isso só vai fazer diferença, se o consumidor for apresentado a ela.


Fonte:Jornal da Globo.
Disponível em:http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/02/brasil-e-o-segundo-maior-produtor-mundial-de-transgenicosjg.html

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Alimentos trangênicos: a rotulagem

Entrevista com o Prof° Luiz Eduardo Carvalho abordando os principais aspectos, como fiscalização e legislação, em relação à rotulagem de alimentos trangênicos no Brasil. Leia mais...

domingo, 21 de dezembro de 2008

Conflito sobre transgênicos reflete crise da Universidade

LUIZ EDUARDO CARVALHO
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